"paréceme que se está a perder liberdade, porque deixamos que pensen por nós. iso si, eu agora penso que son libre por poder dicir todas estas tonterías".
Lúa
bem-vindo!.....por que é que a sua terra se chama...?..(blogue de apontamentos).........................direitos reservados. proibida a cópia ou reprodução sem autorização expressa do autor.
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
Topónimos Terminados em -ém, -én
é um grupo heterogéneo de topónimos, do qual fazem parte alguns genitivos de nomes de possuidores de terras.
Alentém - em "Vilar de Torno e Alentém", Lousada (Pt.). antiga Arantei e Arantey. origem pré-romana. relacionada com o euskera arantz, "vale", ou com o pré-céltico are, "rio"? ou as duas coisas?
Azurém - de Osoredi, genit. de Osoredu, antropónimo germânico. ou seja, "propriedade de Osoredu"
Belém - do célt. Belenos ("carvalho"), a "morada do sol", equivalente à divindade grega Apolo. é um teónimo, no caso, um genitivo da divindade. como dizer "propriedade ou santuário de Belenos"
Borratém - em "Poço do Borratém", Lisboa. do árab. bîrr at-tîn: "poço da figueira". é mais um caso de redundância, em que a Toponímia se compraz. Poço do Borratém: "poço do poço da figueira"
Gondarém (Pt. e Gz.) - de Gunduredi, genit. de Gunduredu, antropónimo germânico. como dizer "propriedade ou quinta de Gunduredu". graf. altern. (Gz.): Gondarén. variante: Gondarei (Gz.) - graf. altern. Gondarey.
Litém - em Santiago de Litém e São Simão de Litém. de Litém, Pombal (Pt.). hidrónimo: Ribeira de Litém. ver" Alentém"
Orbacém - topónimo nortenho (Pt.), de Vila Praia d' Âncora. genit. de Urbacenu ?
Ourém - para J. P. Machado (2003), trata-se da transposição do topónimo árabe Uhrâm (Orã, Argélia)
Pevidém - topónimo de uma Vila do concelho de Guimarães (Pt.), deriva do apelido ou alcunha de uma figura típica que em tempos viveu num pequeno lugar da freguesia de S. Jorge de Selho. nesse lugar, uma casa ostenta o letreiro "aqui nasceu Pevidém". o apelido ou alcunha é provavelmente arbitrário. caso idêntico sucedeu em Coimbra com o Calhabé
Sacavém - topónimo de origem pouco clara. a hipótese árabe, sâqabi, "[lugar] próximo ou vizinho (de Lisboa)" é tentadora, mas não passa disso
Santarém - topónimo de origem desconhecida, talvez pré-romano. isto apesar da muito conhecida tese de provir de Santa Irene. no Pará (Br.), Santarém é transposição do topónimo português. também no Pará, existe Santarém Novo
Serém - de Sereni, genit. de Serenu: "quinta ou propriedade de Serenu"
Toém (Gz.) - graf. altern.: Toén
Tourém - de Teodoredi, genit. de Teodoredu. forma anterior "Tourei". da mesma etimologia são os "Turei" (Gz.), graf. altern. "Turey"
Alentém - em "Vilar de Torno e Alentém", Lousada (Pt.). antiga Arantei e Arantey. origem pré-romana. relacionada com o euskera arantz, "vale", ou com o pré-céltico are, "rio"? ou as duas coisas?
Azurém - de Osoredi, genit. de Osoredu, antropónimo germânico. ou seja, "propriedade de Osoredu"
Belém - do célt. Belenos ("carvalho"), a "morada do sol", equivalente à divindade grega Apolo. é um teónimo, no caso, um genitivo da divindade. como dizer "propriedade ou santuário de Belenos"
Borratém - em "Poço do Borratém", Lisboa. do árab. bîrr at-tîn: "poço da figueira". é mais um caso de redundância, em que a Toponímia se compraz. Poço do Borratém: "poço do poço da figueira"
Gondarém (Pt. e Gz.) - de Gunduredi, genit. de Gunduredu, antropónimo germânico. como dizer "propriedade ou quinta de Gunduredu". graf. altern. (Gz.): Gondarén. variante: Gondarei (Gz.) - graf. altern. Gondarey.
Litém - em Santiago de Litém e São Simão de Litém. de Litém, Pombal (Pt.). hidrónimo: Ribeira de Litém. ver" Alentém"
Orbacém - topónimo nortenho (Pt.), de Vila Praia d' Âncora. genit. de Urbacenu ?
Ourém - para J. P. Machado (2003), trata-se da transposição do topónimo árabe Uhrâm (Orã, Argélia)
Pevidém - topónimo de uma Vila do concelho de Guimarães (Pt.), deriva do apelido ou alcunha de uma figura típica que em tempos viveu num pequeno lugar da freguesia de S. Jorge de Selho. nesse lugar, uma casa ostenta o letreiro "aqui nasceu Pevidém". o apelido ou alcunha é provavelmente arbitrário. caso idêntico sucedeu em Coimbra com o Calhabé
Sacavém - topónimo de origem pouco clara. a hipótese árabe, sâqabi, "[lugar] próximo ou vizinho (de Lisboa)" é tentadora, mas não passa disso
Santarém - topónimo de origem desconhecida, talvez pré-romano. isto apesar da muito conhecida tese de provir de Santa Irene. no Pará (Br.), Santarém é transposição do topónimo português. também no Pará, existe Santarém Novo
Serém - de Sereni, genit. de Serenu: "quinta ou propriedade de Serenu"
Toém (Gz.) - graf. altern.: Toén
Tourém - de Teodoredi, genit. de Teodoredu. forma anterior "Tourei". da mesma etimologia são os "Turei" (Gz.), graf. altern. "Turey"
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Comba, Santa Comba, Pombal e Pombeiro
não se trata de um grupo de topónimos fácil. é um ponto de confluência evolutivo de vários pontos de partida etimológica. assim, pode ser o aspecto actual do céltico cumba (vale estreito e curto, garganta), de comba (pequena chã no declive de um monte), do latim columna (marco ou coluna romana), ou do hagiónimo Colomba - correspondente a várias Santa Colomba ("pomba"), as quais, por sua vez, representam cristianizações medievais de cultos pagãos anteriores. a destrinça nem sempre é possível, dado que tanto a orografia como a História do local podem explicar o topónimo.
Santa Comba de Sens, França (séc. III) e Santa Comba de Córdova, Espanha (Séc. IX) têm em comum o terem sido decapitadas no processo de martírio, o que as faz incluir no culto das "cabeças", ou pontos altos, tal como Santa Eulália ou Santa Quitéria.
alguns topónimos relacionam-se com este grupo, quando representam variações de columbarium, quer no sentido de "pombal", quer no sentido de jazigo ou local com nichos onde se depositavam vasos com as cinzas dos mortos. é o caso de topónimos como "Pombal" e "Pombeiro".
Azinhaga de Santa Comba (Coimbra, Pt.)
Casal Comba
Comba (Pt. e Gz.)
Combada
Combarro (Gz.)
Combas
Combel (Gz.)
Combelas - diminut. de Combas
Combinha - diminut. de Comba
Monte de Santa Colomba - no concelho de Mêda
Pombal (Pt., Gz. e Br.) -o caso brasileiro é uma homenagem a Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal e primeiro ministro do Rei Dom José I.
Pombeiras
Pombeirinho - diminut. de Pombeiro
Pombeiro (Pt. e Gz.)
Pombeiro da Beira
Pombeiro de Riba Vizela
Pombeiros
Quinta das Combas
Santa Comba (Pt. e Gz.)
Santa Comba Dão - está por Santa Comba d'Ão
Santa Comba de Bande (Gz.)
Santa Comba de Rossas
Santa Comba de Soutolobre (Gz.)
Santa Comba de Vilariça
Santa Comba do Trevoedo (Gz.)
Serra de Santa Comba
domingo, 9 de dezembro de 2007
Rabelo, Ravelo, Rebelo, Revelhe e Reveles - toponímia e onomástica
trata-se de topónimos e onomásticos de origem muito discutida e provavelmente diversa. Revelhe é claramente um genitivo de Rabelo, Rebelo ou Revelo, formas alternativas que o antropónimo apresentava na Idade Média. por sua vez, Reveles é um patronímico de Revelo, isto é, quer dizer "filho de Revelo", tal como Rodrigues significa "filho de Rodrigo", por exemplo. um topónimo aparentado é Ravel, em França, cuja origem tem sido associada ao latim rivus: "curso de água". as formas "Rebel" (Gz.), Revel e Ribela parecem indiciar uma origem mais em ripa, também latina (margem, margem elevada), de onde deriva o topónimo Ribeira, aplicando-se a lugares ou comarcas contíguos a um rio ou mar. o facto de o barco típico do rio Douro se chamar "rabelo" parece confirmar esta etimologia, tal como a designação de "rabelas" para as populações ribeirinhas do mesmo rio. o sobrenome ou apelido "Rebelo", frequente na zona do Douro Litoral, é isso mesmo que significa: "ribeirinho" (do Douro).
lê-se em J. P. Machado (2003) que os sobrenomes Rabelo/Rebelo derivam do latim raphanellu ("rabanete"), o que me parece bastante inadequado para nome de pessoa, quanto mais para nome de pessoa proprietária de terra e suficientemente importante para dar origem ao topónimo e seus derivados.
Rabelo
Ravel (Fr.)
Ravello (It.) - cidade da Campania, no Sul de Itália
Ravelo (Gz.)
Rebel (Gz.) - variante de Revel. de acordo com uma achega de Isabel Rei Samartim, existe o topónimo Rebel na Galiza, em Vilalonga, São Gens, Ponte Vedra.
Rebelo
Revel (Pt., Gz. e Fr.) - há vários topónimos "Revel" em França, designadamente no Haute-Garonne e Isère, donde não ser proibido que o sobrenome Revel/Rebel tenha origem numa mais ou menos ancestral ou mais ou menos recente origem transpirenaica.
Reveles - nome de lugares e quintas da margem esquerda do Mondego.
Revelhe - genitivo de Revelo: "quinta ou propriedade de Revelo".
Revilhães - tal como Revelhe, é genitivo de Revelo: "quinta ou propriedade de Revelo"
Ribeira (Pt. e Gz.)
Ribel (Gz.)
Ribela - aqui parece mais clara a origem em ripa / "riba", na forma diminutiva. a "riva" ou "riba" (margem, margem alta, arriba) aplica-se a lugares contíguos a um rio ou mar.
lê-se em J. P. Machado (2003) que os sobrenomes Rabelo/Rebelo derivam do latim raphanellu ("rabanete"), o que me parece bastante inadequado para nome de pessoa, quanto mais para nome de pessoa proprietária de terra e suficientemente importante para dar origem ao topónimo e seus derivados.
Rabelo
Ravel (Fr.)
Ravello (It.) - cidade da Campania, no Sul de Itália
Ravelo (Gz.)
Rebel (Gz.) - variante de Revel. de acordo com uma achega de Isabel Rei Samartim, existe o topónimo Rebel na Galiza, em Vilalonga, São Gens, Ponte Vedra.
Rebelo
Revel (Pt., Gz. e Fr.) - há vários topónimos "Revel" em França, designadamente no Haute-Garonne e Isère, donde não ser proibido que o sobrenome Revel/Rebel tenha origem numa mais ou menos ancestral ou mais ou menos recente origem transpirenaica.
Reveles - nome de lugares e quintas da margem esquerda do Mondego.
Revelhe - genitivo de Revelo: "quinta ou propriedade de Revelo".
Revilhães - tal como Revelhe, é genitivo de Revelo: "quinta ou propriedade de Revelo"
Ribeira (Pt. e Gz.)
Ribel (Gz.)
Ribela - aqui parece mais clara a origem em ripa / "riba", na forma diminutiva. a "riva" ou "riba" (margem, margem alta, arriba) aplica-se a lugares contíguos a um rio ou mar.
sábado, 8 de dezembro de 2007
Topónimos Terminados em -ance e -ante
pertencem ainda ao grupo dos genitivos relacionados com proprietários rurais da Idade Média.
Amarante (Pt., Gz. e Br.) - no caso português, Amarante é feminino. a população local e próxima trata a cidade por "a Amarante". assim, tudo indica tratar-se de um genitivo de um possuidor de uma villa: villa Amarantii. o caso brasileiro é transposição do topónimo português.
Constance - de villa Constantii: quinta ou propriedade de Constantiu (Constâncio)
Amarante (Pt., Gz. e Br.) - no caso português, Amarante é feminino. a população local e próxima trata a cidade por "a Amarante". assim, tudo indica tratar-se de um genitivo de um possuidor de uma villa: villa Amarantii. o caso brasileiro é transposição do topónimo português.
Constance - de villa Constantii: quinta ou propriedade de Constantiu (Constâncio)
Topónimos Terminados em -ence, -ense e -ente
ainda os possuidores da terra na Idade Média:
Chorence - forma etimologicamente correcta de "Chorense". em França: Chorence
Chorense - ver "Chorente"
Chorente (Pt. e Gz.) - de villa Florentii: "quinta ou propriedade de Florêncio". existe a variante dialectal Chorense, que está por Chorence.
Coence (Gz.)
Jazente - de villa Hyacinthii: "quinta ou propriedade de Hyacinthus (Jacinto). graf. ant.: Jaçente
Ourense (Gz.) - a origem desta capital provincial galega é rural. a sua excelente localização faria o seu destino. não pertence a este grupo de topónimos, embora pareça derivar do antropónimo Aurius. no entanto, a ser assim, a terminação -ensis é difícil de explicar. tendo em conta que se trata de uma cidade termal, com nascentes de água quente em plena rua ("As Burgas"), a hipótese céltica, or ens ("água quente") não é descabida de todo. o topónimo era grafado Auriense nos documentos medievais.
Podence (Pt. e Gz.) - de villa Potentii: quinta ou propriedade de Potentiu ou Potêncio
Podente (Gz.) - ver "Podence"
Chorence - forma etimologicamente correcta de "Chorense". em França: Chorence
Chorense - ver "Chorente"
Chorente (Pt. e Gz.) - de villa Florentii: "quinta ou propriedade de Florêncio". existe a variante dialectal Chorense, que está por Chorence.
Coence (Gz.)
Jazente - de villa Hyacinthii: "quinta ou propriedade de Hyacinthus (Jacinto). graf. ant.: Jaçente
Ourense (Gz.) - a origem desta capital provincial galega é rural. a sua excelente localização faria o seu destino. não pertence a este grupo de topónimos, embora pareça derivar do antropónimo Aurius. no entanto, a ser assim, a terminação -ensis é difícil de explicar. tendo em conta que se trata de uma cidade termal, com nascentes de água quente em plena rua ("As Burgas"), a hipótese céltica, or ens ("água quente") não é descabida de todo. o topónimo era grafado Auriense nos documentos medievais.
Podence (Pt. e Gz.) - de villa Potentii: quinta ou propriedade de Potentiu ou Potêncio
Podente (Gz.) - ver "Podence"
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
a palavra Mãe na toponímia galego-portuguesa e brasileira
"Mãe" ou "Madre" aparece na toponímia vinda de uma de três origens: religiosa, referindo-se à Mãe de Deus ou a uma realidade conventual; como referente de uma nascente ou de um reservatório de água; ou como homofonia de uma realidade linguística não latina. a forma Mãe" convive com a sua forma anterior, "Madre".
Alto da Mãe de Deus -
Casal da Mãe Velha -
Madre - o significado deste topónimo é, provavelmente, o de "leito do rio"
Madreboa -
Madre de Água (Pt. e Gz.) - ou será Madre d'Água? graf. altern. (Gz.): Madredeagua. significa "nascente de água".
Madre de Deus - forma um tanto purista. é mais precisa, por mais perto da pronúncia real, a forma Madredeus
Madredeus - refere-se à invocação católica de Maria, a Mãe de Deus. na realidade, traduz a sobrevivência de cultos pré-cristãos
Madre Deus - também me parece um purismo por "Madredeus"
Madrelhe - (?)
Madres -
Madroeira - (?)
Mãe (Br.) - designa uma ilha do Estado do Rio de Janeiro, situada junto da Ilha do Pai e perto da ilhota conhecida por Menina
Mãe Ana -
Mãe Boa -
Mãe d'Água - tanque, reservatório de distribuição de água, cisterna
Mãe de Água - purismo por Mãe d'Água
Mãe de Água Nova -
Mãe de Água Velha -
Mãe de Migança -
Monte da Madre Ana - aqui "Ana" será a mesma palavra que originou Guadi-Ana? nesse caso, significa "leito do rio", com duplicação do significado de rio.
Alto da Mãe de Deus -
Casal da Mãe Velha -
Madre - o significado deste topónimo é, provavelmente, o de "leito do rio"
Madreboa -
Madre de Água (Pt. e Gz.) - ou será Madre d'Água? graf. altern. (Gz.): Madredeagua. significa "nascente de água".
Madre de Deus - forma um tanto purista. é mais precisa, por mais perto da pronúncia real, a forma Madredeus
Madredeus - refere-se à invocação católica de Maria, a Mãe de Deus. na realidade, traduz a sobrevivência de cultos pré-cristãos
Madre Deus - também me parece um purismo por "Madredeus"
Madrelhe - (?)
Madres -
Madroeira - (?)
Mãe (Br.) - designa uma ilha do Estado do Rio de Janeiro, situada junto da Ilha do Pai e perto da ilhota conhecida por Menina
Mãe Ana -
Mãe Boa -
Mãe d'Água - tanque, reservatório de distribuição de água, cisterna
Mãe de Água - purismo por Mãe d'Água
Mãe de Água Nova -
Mãe de Água Velha -
Mãe de Migança -
Monte da Madre Ana - aqui "Ana" será a mesma palavra que originou Guadi-Ana? nesse caso, significa "leito do rio", com duplicação do significado de rio.
terça-feira, 27 de novembro de 2007
adeus, mãe
quem é que estava à espera disto?
bem sei que a lei da vida é cruel e cega.
não vamos esquecer-te.
adeus, mãe.
bem sei que a lei da vida é cruel e cega.
não vamos esquecer-te.
adeus, mãe.
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Topónimos Terminados em -ude
os topónimos terminados em -ude são também resquícios da propriedade rural da Idade Média. são poucos mas bons.
Aúde (Gz.) - ver Comentº de Calidonia
Barbude - genitivo de um antropónimo ?
Barbudo - está por Barbude. a hipótese de provir do adjectivo parece-me peregrina
Cabanude (Gz.) - ver Comentº de Calidonia
Carbalhude (Gz.) - ver Comentº de Calidonia. graf. altern.: Carballude
Carbude (Gz.) - ver Comentº de Calidonia
Escravitude (Gz.) - com este nome, não pertence à colecção. é um topónimo de origem religiosa
Fazelude (Gz.) - ver Comentº de Calidonia. graf. altern.: Facelude
Fontedaúde (Gz.) - ver Comentº de Calidonia. ver Viladaúde
Mafamude - topónimo que é genitivo latino de um antropónimo árabe: Mahamud ou Mahmud. ver Viladaúde
Segude - genitivo de Secutu
Aúde (Gz.) - ver Comentº de Calidonia
Barbude - genitivo de um antropónimo ?
Barbudo - está por Barbude. a hipótese de provir do adjectivo parece-me peregrina
Cabanude (Gz.) - ver Comentº de Calidonia
Carbalhude (Gz.) - ver Comentº de Calidonia. graf. altern.: Carballude
Carbude (Gz.) - ver Comentº de Calidonia
Escravitude (Gz.) - com este nome, não pertence à colecção. é um topónimo de origem religiosa
Fazelude (Gz.) - ver Comentº de Calidonia. graf. altern.: Facelude
Fontedaúde (Gz.) - ver Comentº de Calidonia. ver Viladaúde
Mafamude - topónimo que é genitivo latino de um antropónimo árabe: Mahamud ou Mahmud. ver Viladaúde
Segude - genitivo de Secutu
Seragude (Gz.) - ver Comentº de Calidonia
Sergude (Gz.) - ver Comentº de Calidonia
Viladaúde (Gz.) - ver Comentº de Calidonia. redundância: villa- villa de Daútu. genitivo lat. da forma árabe de David: Daútu (Daúd)? nesse caso, tal como Mafamude, seria o sinal da existência de terratenentes árabes ou arabizados em regiões muito nortenhas.
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Topónimos Terminados em -ade
ainda a posse da terra na Idade Média:
Amboade (Gz.)
Andrade (Gz.)
Andreade (Gz.)
Beade (Gz.) - genitivo de Venatu. villa, quinta ou propriedade rústica de Venatu
Guilhade (Gz.) - graf. altern. Guillade
Morgade (Pt.)
Repiade (Pt.) - variante dialectal de Revinhade
Revinhade (Pt.) - propriedade de Rabinadu, antropónimo germânico
Sambade (Pt.) - propriedade de Sambadu
Segade (Pt. e Gz.)
Sequeade (Pt.) - em 1220 era "Ciquiad"
Veade (Pt.)- ver Beade
Venade (Pt.) - forma evolutivamente anterior de Veade e Beade
Xermade (Gz.)
Amboade (Gz.)
Andrade (Gz.)
Andreade (Gz.)
Beade (Gz.) - genitivo de Venatu. villa, quinta ou propriedade rústica de Venatu
Guilhade (Gz.) - graf. altern. Guillade
Morgade (Pt.)
Repiade (Pt.) - variante dialectal de Revinhade
Revinhade (Pt.) - propriedade de Rabinadu, antropónimo germânico
Sambade (Pt.) - propriedade de Sambadu
Segade (Pt. e Gz.)
Sequeade (Pt.) - em 1220 era "Ciquiad"
Veade (Pt.)- ver Beade
Venade (Pt.) - forma evolutivamente anterior de Veade e Beade
Xermade (Gz.)
Topónimos Terminados em -il
neste grupo não incluo os topónimos terminados em -mil, de que já falei.
Arganil - possível genitivo de um antropónimo germânico
Bermil (Gz.) - genitivo de Belmiru
Fermil
Fail
Madail
Outil
Parragil - cf. Perejil, Perexil (E.)
Portangil (Gz.) - graf. altern. Portanxil. ver Comentº de Calidonia
Setil
Vermil - ver "Bermil"
Vermoíl - variante dialectal de Vermoim? de Bermudu, antropónimo germânico
Arganil - possível genitivo de um antropónimo germânico
Bermil (Gz.) - genitivo de Belmiru
Fermil
Fail
Madail
Outil
Parragil - cf. Perejil, Perexil (E.)
Portangil (Gz.) - graf. altern. Portanxil. ver Comentº de Calidonia
Setil
Vermil - ver "Bermil"
Vermoíl - variante dialectal de Vermoim? de Bermudu, antropónimo germânico
sábado, 10 de novembro de 2007
Topónimos Terminados em -mir
estes tamém não são muitos. ocorrem menos vezes que as variantes em -mil, quando existem.
Baldomir (Gz.)
Cristimir (Gz.)
Vilamir (Gz.)
Baldomir (Gz.)
Cristimir (Gz.)
Vilamir (Gz.)
Topónimos Terminados em - anche
os topónimos genitivos em -anche são pouco frequentes.
adianto estes:
Vilasanche - de villa sanci: quinta ou propriedade rústica de Sancho
adianto estes:
Vilasanche - de villa sanci: quinta ou propriedade rústica de Sancho
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
a língua portuguesa no mundo
no Uruguai passa a ser obrigatório o ensino da Língua Portuguesa a partir do 6º ano de escolaridade, já no próximo ano lectivo de 2008. o facto é a consequência lógica da criação do Mercosul e do peso económico e cultural do Brasil nesse Mercado.
já tive eu mesmo ocasião de constatar no Chile e na Argentina a relativa facilidade com que se encontra alguém que fale Português. aprendido no Brasil ou por causa do Brasil. essa realidade económica transnacional originou já um aumento em flecha da procura do ensino e da prática da Língua Portuguesa no Paraguai, na Argentina e no Uruguai, pelo que a medida do Governo Uruguaio consiste, simplesmente, em obrigar a comer quem já tem fome que chegue.
é a altura de percebermos o que se passa no Mundo. não são os nossos semi-dialectos peninsulares e suas variantes, tribalidades e teimas, não é sequer essa algaravia que se fala em Lisboa - uma arrogante mistura de gramática inglesa com palavras pernósticas sacadas ao dicionário da Academia e pronúncia eslovaca - que farão o futuro da Língua no Mundo.
por isso me daria uma incontrolável vontade de rir que alguns professores de Português, dessa espécie de língua que se fala em Lisboa, achassem que a decisão do Uruguai é uma oportunidade de emprego.
e antes do mais porque professores de Língua Portuguesa já o Uruguai tem. e nas zonas fronteiriças com o Brasil tem até falantes de Português como língua materna, que aí passa a ser reconhecida como língua principal, à frente do Castelhano.
já tive eu mesmo ocasião de constatar no Chile e na Argentina a relativa facilidade com que se encontra alguém que fale Português. aprendido no Brasil ou por causa do Brasil. essa realidade económica transnacional originou já um aumento em flecha da procura do ensino e da prática da Língua Portuguesa no Paraguai, na Argentina e no Uruguai, pelo que a medida do Governo Uruguaio consiste, simplesmente, em obrigar a comer quem já tem fome que chegue.
é a altura de percebermos o que se passa no Mundo. não são os nossos semi-dialectos peninsulares e suas variantes, tribalidades e teimas, não é sequer essa algaravia que se fala em Lisboa - uma arrogante mistura de gramática inglesa com palavras pernósticas sacadas ao dicionário da Academia e pronúncia eslovaca - que farão o futuro da Língua no Mundo.
por isso me daria uma incontrolável vontade de rir que alguns professores de Português, dessa espécie de língua que se fala em Lisboa, achassem que a decisão do Uruguai é uma oportunidade de emprego.
e antes do mais porque professores de Língua Portuguesa já o Uruguai tem. e nas zonas fronteiriças com o Brasil tem até falantes de Português como língua materna, que aí passa a ser reconhecida como língua principal, à frente do Castelhano.
domingo, 4 de novembro de 2007
Toponímia e Onomástica
no correr desta viagem, ainda não concluída, pelos genitivos na toponímia galego-portuguesa, verificámos um fenómeno curioso: o nome de pessoas influencia o nome dos lugares e, por sua vez, os nomes de lugares contribuem para a formação do nome de pessoas. um exemplo: Recesindu deu Resende (ou, melhor, Rezende) no genitivo e, por sua vez, há pessoas com o sobrenome de Resende ou Rezende. o mesmo com Guimarães: Vímara deu Vimaranis (Guimarães) no genitivo, que, depois, se tornou sobrenome de muito boa gente. os exemplos são como a cereja em Portugal, a banana no Brasil e o mexilhão na Galiza. são para dar e vender.
já atrás me debrucei sobre a interdependência entre toponímia e onomástica.
o facto é que o tema representa 25 a 30% da curiosidade sobre este blogue.
daí que eu considere a possibilidade de transferir os dados sobre os nomes, apelidos e sobrenomes de origem toponímica para um blogue independente.
a ver vamos, como diz o cego...
mas fica registada a ideia e a intenção. para todos os efeitos.
já atrás me debrucei sobre a interdependência entre toponímia e onomástica.
o facto é que o tema representa 25 a 30% da curiosidade sobre este blogue.
daí que eu considere a possibilidade de transferir os dados sobre os nomes, apelidos e sobrenomes de origem toponímica para um blogue independente.
a ver vamos, como diz o cego...
mas fica registada a ideia e a intenção. para todos os efeitos.
sábado, 3 de novembro de 2007
Topónimos Terminados em "-mil"
continuando a saga dos proprietários rurais da Idade Média... estes são muitos. e muitos deles são de origem germânica. este post complementa um outro com o mesmo título, de Junho de 2006.
Castromil (Pt. e Gz.)
Crastomil
Creixomil
Estramil (Gz.)
Estremil (Gz.)
Sanamil (Gz.)
Sandamil (Pt. e Gz.) - existe a variante Sandamiro (Gz.). do antropónimo germânico Sandemiru
Sandomil - ver Sandamil
Sangemil - às vezes grafado São Gemil. genitivo de Sangemiru, antropónimo germânico
Sanjomil - ver Sangemil
Santomil (Pt. e Gz.) - ver Sandamil
Sanxumil (Gz.) - variante dialectal de Sangemil
Seixomil (Pt. e Gz.) - genitivo do antropónimo germânico Songemiru
Seixosmil (Gz.)
Seramil
Sesil -
Sesmil (Pt. e Gz.) - de Sesmiru, antropónimo germânico no genitivo
Castromil (Pt. e Gz.)
Crastomil
Creixomil
Estramil (Gz.)
Estremil (Gz.)
Sanamil (Gz.)
Sandamil (Pt. e Gz.) - existe a variante Sandamiro (Gz.). do antropónimo germânico Sandemiru
Sandomil - ver Sandamil
Sangemil - às vezes grafado São Gemil. genitivo de Sangemiru, antropónimo germânico
Sanjomil - ver Sangemil
Santomil (Pt. e Gz.) - ver Sandamil
Sanxumil (Gz.) - variante dialectal de Sangemil
Seixomil (Pt. e Gz.) - genitivo do antropónimo germânico Songemiru
Seixosmil (Gz.)
Seramil
Sesil -
Sesmil (Pt. e Gz.) - de Sesmiru, antropónimo germânico no genitivo
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Topónimos Terminados em "unde" e "-unte"
na senda dos topónimos formados por genitivos de antigos senhores, aqui vão os terminados em -unte:
Bagunte - genitivo de antropónimo germânico
Fragunde (Gz.)
Vilaragunte (Gz.)
Bagunte - genitivo de antropónimo germânico
Fragunde (Gz.)
Vilaragunte (Gz.)
Topónimos Terminados em "-ane"
na verdade, o genitivo latino é indicado na toponímia pelo -e (-i) final. o resto das terminações é ditado pela estrutura do antropónimo e respectiva origem linguística. como já vimos, outros genitivos aparecem sob a forma -i, -im (-ini), -iz (-ici). nos antropónimos germânicos com terminação em -ar e -er o -e (-i) final desapareceu (exºs: Gondar, Sever).
e uma vez mais se avoluma a importância da posse da terra na sociedade medieval e o seu reflexo na forma de nomear os lugares neste cantinho do mundo.
Joane (Pt. e Gz.) - com as variantes Joanhe e Juane (Gz.). genitivo de Johan
Sanhoane (Pt.) - ver Seoane
Seivane (Gz.)
Seivane de Vilarente (Gz.)
Seoane (Gz.) - forma medieval do genitivo de "São João", San Johane
Seoane do Courel (Gz.)
Sevane (Gz.)
Vilamane (Gz.)
e uma vez mais se avoluma a importância da posse da terra na sociedade medieval e o seu reflexo na forma de nomear os lugares neste cantinho do mundo.
Joane (Pt. e Gz.) - com as variantes Joanhe e Juane (Gz.). genitivo de Johan
Sanhoane (Pt.) - ver Seoane
Seivane (Gz.)
Seivane de Vilarente (Gz.)
Seoane (Gz.) - forma medieval do genitivo de "São João", San Johane
Seoane do Courel (Gz.)
Sevane (Gz.)
Vilamane (Gz.)
Topónimos Terminados em "-elhe" e "-ilhe"
aqui vão mais alguns topónimos que reflectem o peso da propriedade rústica medieval na formação dos nomes de lugares no território galego-português. neste grupo de topónimos aparecem algumas vezes as palavras "vila" ou "vilar" reforçando o sentido, já implícito, de propriedade rural. ou a redundância "vila de".
Amarelhe - Amarelhe é um genitivo do nome de um proprietário, indicando que a terra, habitualmente a villa (propriedade rústica, quinta), ao momento em que tomou nome ou pouco depois, era propriedade de um tal Amarellu, isto é de um senhor Amaru tratado pelo diminutivo (como ainda há bem pouco era costume tratar os ricos no norte de Portugal e na Galiza).
as terras ou villae com esse nome eram, pois, propriedade do Amarinho. esse Amarinho ou tinha muitas propriedades entre o rio Douro e a Corunha, ou era senhor de um nome relativamente frequente entre os homens ricos da época, pois que há Amarelhe na Corunha, em Ponte Vedra, em Baião e em Vila Verde (pelo menos).
Anelhe
Argoncilhe - topónimo curioso. é genitivo de Dragoncelu, "dragãozinho", nome do proprietário da villa rústica. "deveria" pois chamar-se Dragoncilhe. evolução: Dragoncelli; Dragoncilhe; Dargoncilhe; d' Argoncilhe; (de) Argoncilhe.
Baroncelhe (Gz.) - graf. altern. Baroncelle
Bivilhe (Gz.) - graf. altern. Biville
Boelhe (Pt. e Gz.) - graf. altern. (Gz.): Boelle. de Boneliu
Caçarilhe
Corvelhe (Gz.) - graf. altern. Corvelle
Esmelhe (Gz.) - graf. altern. Esmelle
Lagostelhe (Gz.) - graf. altern. Lagostelle
Lobelhe (Pt. e Gz.) - graf. altern. Lobelle (Gz.). de Leobeliu ou Lobeliu
Lobelhe do Mato
Lovelhe
Marcelhe (Gz.) - graf. altern. Marcelle. de Marcellu
Marselho (Gz.) - graf. altern. Marselle
Merilhe (Gz.) - graf. altern. Merille
Morcelhe (Gz.) - graf. altern. Morcelle. variante dialectal de Marcelhe
Mourilhe - "propriedade de Mauriliu"
Ourilhe (Pt. e Gz.) - "propriedade de Aureliu(?)". ou de Auriliu (?). graf. altern. (Gz.): Ourille
Ouselhe (Gz.) - graf. altern. Ouselle
Pendilhe -
Recelhe (Gz.) - graf. altern. Recelle
Regoelhe (Gz.) - graf. altern. Regoelle
Revelhe
Ruílhe - "propriedade de Rodilu ou Rodelu"
Sabadelhe (Gz.) - graf. altern. Sabadelle. de Sabaticulu, diminut. de Sabatu
Sebadelhe - variante de Sabadelhe, com a qual alterna
Sendelhe (Gz.) - graf. altern. Sendelle
Sernancelhe - "propriedade de Seniorcelo". Seniorcelu: "senhorinho"
Sezelhe (Pt.)
Toubilhe (Gz.) - graf. altern. Toubille
Viladonelhe (Gz.) - graf. altern. Viladonelle
Vilamelhe (Gz.) - graf. altern. Vilamelle
Vilamerelhe (Gz.) - graf. altern. Vilamerellhe
Vilar de Ortelhe (Gz.) - graf. altern. Vilar de Ortelle
Amarelhe - Amarelhe é um genitivo do nome de um proprietário, indicando que a terra, habitualmente a villa (propriedade rústica, quinta), ao momento em que tomou nome ou pouco depois, era propriedade de um tal Amarellu, isto é de um senhor Amaru tratado pelo diminutivo (como ainda há bem pouco era costume tratar os ricos no norte de Portugal e na Galiza).
as terras ou villae com esse nome eram, pois, propriedade do Amarinho. esse Amarinho ou tinha muitas propriedades entre o rio Douro e a Corunha, ou era senhor de um nome relativamente frequente entre os homens ricos da época, pois que há Amarelhe na Corunha, em Ponte Vedra, em Baião e em Vila Verde (pelo menos).
Anelhe
Argoncilhe - topónimo curioso. é genitivo de Dragoncelu, "dragãozinho", nome do proprietário da villa rústica. "deveria" pois chamar-se Dragoncilhe. evolução: Dragoncelli; Dragoncilhe; Dargoncilhe; d' Argoncilhe; (de) Argoncilhe.
Baroncelhe (Gz.) - graf. altern. Baroncelle
Bivilhe (Gz.) - graf. altern. Biville
Boelhe (Pt. e Gz.) - graf. altern. (Gz.): Boelle. de Boneliu
Caçarilhe
Corvelhe (Gz.) - graf. altern. Corvelle
Esmelhe (Gz.) - graf. altern. Esmelle
Lagostelhe (Gz.) - graf. altern. Lagostelle
Lobelhe (Pt. e Gz.) - graf. altern. Lobelle (Gz.). de Leobeliu ou Lobeliu
Lobelhe do Mato
Lovelhe
Marcelhe (Gz.) - graf. altern. Marcelle. de Marcellu
Marselho (Gz.) - graf. altern. Marselle
Merilhe (Gz.) - graf. altern. Merille
Morcelhe (Gz.) - graf. altern. Morcelle. variante dialectal de Marcelhe
Mourilhe - "propriedade de Mauriliu"
Ourilhe (Pt. e Gz.) - "propriedade de Aureliu(?)". ou de Auriliu (?). graf. altern. (Gz.): Ourille
Ouselhe (Gz.) - graf. altern. Ouselle
Pendilhe -
Recelhe (Gz.) - graf. altern. Recelle
Regoelhe (Gz.) - graf. altern. Regoelle
Revelhe
Ruílhe - "propriedade de Rodilu ou Rodelu"
Sabadelhe (Gz.) - graf. altern. Sabadelle. de Sabaticulu, diminut. de Sabatu
Sebadelhe - variante de Sabadelhe, com a qual alterna
Sendelhe (Gz.) - graf. altern. Sendelle
Sernancelhe - "propriedade de Seniorcelo". Seniorcelu: "senhorinho"
Sezelhe (Pt.)
Toubilhe (Gz.) - graf. altern. Toubille
Viladonelhe (Gz.) - graf. altern. Viladonelle
Vilamelhe (Gz.) - graf. altern. Vilamelle
Vilamerelhe (Gz.) - graf. altern. Vilamerellhe
Vilar de Ortelhe (Gz.) - graf. altern. Vilar de Ortelle
Topónimos Terminados em "-ande"
estes topónimos também reflectem a distribuição da propriedade agrícola medieval. são igualmente genitivos dos nomes dos proprietários
Astande (Gz.)
Bande (Pt. e Gz.) - de villa Bandi: "propriedade rural de Bando". antropónimo germânico
Britiande (Pt.)
Cernande (Gz.)
Espasande (Gz.)
Espasande de Baixo (Gz.)
Fernande (Gz.)
Friande (Pt.)
Gresande (Gz.)
Guisande - de villa Guisandi: "propriedade (rural) de Guisando". antropónimo germânico
Grixoa de Esternande (Gz.)
Nande (Gz.)
Ouçande (Gz.) - graf. altern. Ouzande
Rande (Pt.)
Sande (Pt. e Gz.) - "propriedade de Sando". Sando é antropónimo germânico
Senande (Gz.)
Sernande (Pt.)
Trasande (Gz.)
anomalias:
Vila Fernando (Pt.) - está por Vila Fernande. de villa Ferdinandi
Vila Mendo (Pt.) - está por Vila Mende. de villa Mendi
Astande (Gz.)
Bande (Pt. e Gz.) - de villa Bandi: "propriedade rural de Bando". antropónimo germânico
Britiande (Pt.)
Cernande (Gz.)
Espasande (Gz.)
Espasande de Baixo (Gz.)
Fernande (Gz.)
Friande (Pt.)
Gresande (Gz.)
Guisande - de villa Guisandi: "propriedade (rural) de Guisando". antropónimo germânico
Grixoa de Esternande (Gz.)
Nande (Gz.)
Ouçande (Gz.) - graf. altern. Ouzande
Rande (Pt.)
Sande (Pt. e Gz.) - "propriedade de Sando". Sando é antropónimo germânico
Senande (Gz.)
Sernande (Pt.)
Trasande (Gz.)
anomalias:
Vila Fernando (Pt.) - está por Vila Fernande. de villa Ferdinandi
Vila Mendo (Pt.) - está por Vila Mende. de villa Mendi
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